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11 contributions to Hub Marlene Guerreiro Teixeira
MANIFESTAR NÃO É PEDIR. É TORNAR-TE COMPATÍVEL.
MANIFESTAR NÃO É PEDIR. É TORNAR-TE COMPATÍVEL. Há uma ideia sobre manifestação que pode manter-nos presos durante muito tempo: “Se eu desejar suficientemente, aquilo chegará.” Mas desejar não é o mesmo que estar disponível para receber. Podes querer profundamente uma realidade e, ao mesmo tempo, continuar a viver a partir dos códigos que pertencem à realidade anterior. Queres abundância, mas continuas a decidir a partir da escassez. Queres uma relação diferente, mas continuas a escolher a partir da ferida. Queres liberdade, mas manténs fidelidade ao que te prende. Queres expansão, mas o teu sistema continua a interpretar o desconhecido como perigo. E aqui começa uma parte muito mais profunda da manifestação: Aquilo que desejas não precisa apenas de ser imaginado. Precisa de encontrar espaço em ti. Manifestar implica coerência. Entre aquilo que dizes querer. Aquilo em que acreditas. Aquilo que esperas. Aquilo que toleras. Aquilo que escolhes. E, principalmente, aquilo que já estás preparado para sustentar. Porque receber algo é apenas o início. A verdadeira pergunta é: Consegues continuar a ser tu quando aquilo que desejaste finalmente chegar? Há pessoas que sabem desejar abundância, mas ainda não sabem sustentá-la. Sabem desejar amor, mas estranham a segurança quando ela aparece. Sabem pedir reconhecimento, mas recuam quando começam verdadeiramente a ser vistas. Não porque não queiram. Mas porque o conhecido continua, muitas vezes, a parecer mais seguro do que aquilo que desejam. Por isso, talvez manifestação não seja convencer o Universo a entregar-te alguma coisa. Talvez seja um movimento muito mais íntimo: deixares de ser incompatível com aquilo que já dizes querer viver. E então a pergunta de hoje não é: “O que quero manifestar?” É: Que parte de mim ainda não sabe viver na realidade que digo querer? Fica aí por alguns minutos. Pode existir muito mais informação nessa resposta do que em qualquer lista de desejos. ✨
MANIFESTAR NÃO É PEDIR. É TORNAR-TE COMPATÍVEL.
0 likes • 17d
Existe uma dualidade em nós, naquilo que desejamos interiormente e aquilo que mostramos no exterior. Há um querer, um desejo que tem um caminho difícil de viver na realidade... O sonho do desejo é desconhecido logo o medo apodera-se da mente, levando o ser humano a ficar por aquilo que é seguro, o que já conhece, o falso conforto, deixando assim estagnar a evolução para algo superior, e de experimentar aquilo que tanto deseja pelo medo. Então, teremos que transmutar os padrões do eu que já existe, para preparar um novo espaço, limpo, claro e sem ruídos. É aqui que começa o trabalho conosco... Criar um novo padrão, acionar novos códigos, uma realidade nova... Sem permanecer preso à frustração e tentar entender o nosso sentir, e para isso tem que haver o silêncio para a escuta interna, a pausa para poder entender o passo a dar, a fé acreditar mesmo sem ver, confiar, fazer escolhas com o sentir de Alma, ter discernimento para poder encontrar o equilíbrio dentro desta dualidade, para assim compreender a dádiva do Universo... estar disponível para reconhecer, escolher e sustentar aquilo que a vida coloca diante de nós.
KION
Olá Alquimistas 😊 Gostava de saber como está a ser a vossa interação com o Kion. Têm conseguido usar a ferramenta com facilidade? Sentem que vos ajuda a aprofundar os temas, esclarecer dúvidas ou organizar melhor o vosso estudo? Partilhem comigo a vossa experiência, o que têm gostado mais e também aquilo que sentem que pode ser melhorado. O vosso feedback é muito importante para continuarmos a ajustar este espaço às vossas reais necessidades. Posso também criar uma versão mais curta e informal para colocar diretamente no feed do Skool.
1 like • Jul 8
Agora tenho um melhor amigo 😁 Kaion é um espetáculo! Eu pergunto e ele responde. Estudarmos juntos é bem mais fácil, Kaion está logo ali para tirar a dúvida. E no fim têm sempre bônus 😃😉e na conversa por fala é uma maravilha dá para despacharmos imensas dúvidas em menos tempo. Super mega bom, e fofinha. 🙌💫🥰
Entre o impulso e a resposta existe uma porta
Nem tudo o que sentes precisa transformar-se imediatamente numa reação. Às vezes, o corpo acende.A mente acelera.A emoção sobe. E antes mesmo de perceberes o que aconteceu, já respondeste, já fechaste, já fugiste, já atacaste, já cedeste ou já te anulaste. Mas existe um lugar muito subtil entre aquilo que sentes e aquilo que fazes. Esse lugar chama-se consciência. É ali que começa a verdadeira mudança.Não no controlo da emoção. Não na tentativa de parecer calma.Não em engolir o que sentes para manter a aparência. A mudança começa quando consegues ficar presente o suficiente para perceber: 👉 “Estou a reagir ao que está a acontecer agora…ou estou a responder a partir de uma memória antiga?” Muitas das nossas reações não pertencem apenas ao presente. Elas carregam histórias, feridas, interpretações e formas antigas de proteção. Por isso, antes de te julgares pela forma como reagiste, observa: ☄️que parte de ti se sentiu ameaçada? ☄️que necessidade ficou por escutar? ☄️que verdade ficou presa antes de conseguir ser dita? A consciência não elimina a emoção. Ela devolve-te escolha. E quando existe escolha, já não és apenas conduzida pelo padrão. Começas a regressar a ti. Pergunta para reflexão: "Em que situações percebes que ainda reages mais depressa do que consegues escutar o que realmente está a acontecer dentro de ti?" Podes partilhar nos comentários uma palavra, uma situação ou apenas aquilo que esta reflexão despertou em ti.
Entre o impulso e a resposta existe uma porta
1 like • Jun 9
Não há dúvida de quando não estou alinhada, centrada com o meu Ser a minha Essência, a reação é imediata e por vezes, o que é preferido não é o mais correto, pois é por impulso e sem ser sentido. É um trabalho diário de consciêncialização. É um trabalho que tenho vindo a trabalhar, um processo entre a mente e a minha Essência, feita de passos, silêncios e pausas. Sendo difícil quando terceiros nos afetam, tem que haver um maior control da mente. É um desafio que faz parte da jornada para encontrar o meu centro. Sinto que o já consigo fazer bem melhor que antes, há evolução, mas é uma aprendizagem de ajustes feita todos os dias.
Que ouro está escondido no teu chumbo?
Nem tudo o que pesa na tua vida veio para te prender. Às vezes, aquilo que chamamos bloqueio é apenas uma matéria interna que ainda não foi vista com consciência. Na linguagem alquímica, o chumbo representa a parte mais densa da experiência: o medo, a culpa, a vergonha, a repetição, a rigidez, a sobrevivência, a dor antiga ou a identidade que já não corresponde à verdade de quem estás a tornar-te. Mas o chumbo não é erro. O chumbo é matéria-prima. É o ponto onde a Obra começa. Na passagem do Nigredo ao Albedo, deixamos de olhar para a sombra apenas como algo a esconder, corrigir ou eliminar. Começamos a observá-la como linguagem. Aquilo que se repete fora pode estar a revelar algo que ainda pede integração dentro. Aquilo que bloqueia pode estar a mostrar onde a energia deixou de fluir. Aquilo que pesa pode estar a indicar o lugar onde a consciência ainda não entrou totalmente. É aqui que a Lei da Correspondência se torna viva: o exterior mostra, muitas vezes, uma matéria interior que está pronta para ser reconhecida, clarificada e transmutada. Por isso, talvez a pergunta de hoje não seja: “Como é que me livro disto?” Mas sim: “O que é que isto está a revelar em mim?” Porque talvez o teu chumbo não seja o teu fracasso...Talvez seja apenas o lugar onde o teu ouro ainda está escondido. Reflexão para hoje: Que área da tua vida tens tratado como problema, quando talvez ela esteja apenas a pedir consciência?
Que ouro está escondido no teu chumbo?
3 likes • Jun 3
💖 Amor-próprio é algo que se trabalha diariamente. Um chumbo pesado... Parece simples, mas nem sempre é fácil aprendermos a amar-nos como amamos os outros. Somos rápidos a dar, a perdoar, a compreender, a aceitar e a amar quem está à nossa volta. Mas e nós? Quantas vezes nos colocamos em último lugar, adiando os nossos cuidados, as nossas necessidades e o nosso próprio amor, porque queremos estar presentes para os outros? Talvez a questão não seja deixar de dar, mas lembrar-nos de que também fazemos parte dessa equação. Porque a forma como nos tratamos reflete-se na forma como vivemos e nos relacionamos. Se o exterior é um reflexo do interior, então o amor que oferecemos ao mundo convida-nos a olhar para o amor que oferecemos a nós mesmos. Afinal, a qualidade da água que transborda depende, em parte, da qualidade da água que alimenta a nascente. Talvez este seja o meu chumbo: aprender a olhar para mim com a mesma ternura, compreensão e amor que ofereço aos outros. E talvez o ouro escondido nesse chumbo seja a descoberta de que também mereço receber aquilo que tão naturalmente sei dar.
Livros
Em função dos livros já recomendados qual é o que suscita mais curiosidade? Escreve aqui nos comentários
1 like • Apr 26
O Mistério das Catedrais - Fulcanelli Tábuas de Esmeralda
1-10 of 11
Judite Martins
2
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@judite-martins-8737
Viver uma VIDA com PROPÓSITO 💝

Active 17d ago
Joined Mar 19, 2026